Leclerc relata curva de aprendizado ingrime com novo motor da F1

Charles Leclerc testou o SF-26 no shakedown em Barcelona e falou sobre as primeiras impressões com o novo regulamento da Fórmula 1, que inclui mudanças na aerodinâmica, combustível mais sustentável e, especialmente, no motor.
O monegasco disse que se adaptou rápido ao carro, mas reconheceu que há pontos bem diferentes que exigem tempo e estudo, em especial por conta da interação entre combustão e propulsão elétrica.
As declarações foram dadas após as atividades em pista, e Leclerc destacou a complexidade dos novos sistemas, conforme informação divulgada pelo g1.
Primeiras impressões em Barcelona
No circuito catalão, o foco foi entender o comportamento do SF-26 com as novas regras. Leclerc comentou que, apesar das alterações, o carro ainda guarda características típicas de uma Fórmula 1, e a adaptação inicial foi rápida.
O piloto afirmou, “Definitivamente, me sinto cada vez mais confortável”, e acrescentou que, “De certa forma, ainda é um carro de Fórmula 1. Não me senti completamente perdido quando voltei a pilotá-lo e me adaptei rapidamente”, citando suas sensações após o shakedown.
O desafio do motor híbrido
Um dos pontos centrais da temporada é o novo motor da F1, que combina combustão interna e parte elétrica, com grande impacto na pilotagem. Leclerc destacou que, por conta dos sistemas, o controle fica mais exigente.
Ele ressaltou que, “Com esses novos sistemas e, obviamente, com 50% da potência vinda do motor elétrico, fica bem mais desafiador controlá-los, então a curva de aprendizado é bastante íngreme. Mas é muito interessante”, mostrando que o equilíbrio entre motor e elétrico será determinante.
O que muda para os pilotos
A introdução do novo motor da F1 pede adaptação em estilo de pilotagem, gestão de energia e na forma como equipes preparam acertos do carro. Pilotos e engenheiros terão trabalho para extrair o máximo do SF-26, conciliando performance e eficiência.
Para Leclerc, o processo de aprendizado é intenso, porém promissor, e as primeiras sessões em Barcelona já deram sinais de que a curva pode ser vencida com tempo, dados e ajustes finos.

