Anvisa recolhe molho de tomate com vidro, lote LM283

O lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro, foi alvo de uma ação sanitária nesta quarta-feira, 7.
A medida interrompe a comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo do produto, após alerta sobre risco à saúde.
As providências foram tomadas depois de um alerta do sistema de alerta internacional RASFF, conforme informação divulgada pela Anvisa.
Recolhimento do molho de tomate
A Anvisa determinou o recolhimento do lote LM283 do produto importado, após o RASFF informar a presença de pedaços de vidro na embalagem. A suspensão atinge venda, distribuição, importação e consumo, visando reduzir o risco de ferimentos e contaminação.
Consumidores que tenham o molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia do lote citado devem evitar o consumo e procurar ponto de venda para informações sobre devolução ou recolhimento.
Recolhimento do suplemento Neovite Visão
Outro produto sob ação é o Neovite Visâo, suplemento da BL Indústria Ótica Ltda., identificado pela marca Bausch Lomb. Estão proibidos os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072.
Sobre esses lotes, a Anvisa informa a irregularidade técnica, com a seguinte nota literal, “Os referidos lotes foram fabricados com Capsicum annuum L. (fruto da páprica), ingrediente não autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina. Além disso, a quantidade de Caramelo IV (caramelo processo sulfito-amônia) nos produtos está acima do limite permitido”, diz a Anvisa em nota.
Produtos da Ervas Brasil apreendidos
A fiscalização sanitária também apontou irregularidades em suplementos da Ervas Brasil Indústria Ltda. Foram apreendidos o Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e o Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil.
A Anvisa detalha a situação com a seguinte explicação literal, “A empresa não tem licença sanitária e nem alvará de funcionamento e utilizou ingredientes não autorizados em alimentos. Além disso, faz divulgação irregular dos produtos, com falsas indicações terapêuticas, associando o seu uso a benefícios funcionais e de saúde, sem comprovação científica”, explica a Anvisa.
Em todos os casos, a recomendação é que consumidores verifiquem lotes de produtos em casa e sigam orientações da autoridade sanitária. Dúvidas podem ser encaminhadas aos canais oficiais da Anvisa e aos pontos de venda responsáveis.
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